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Palácios em Madrid

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35 palácios em Madrid

Palácios en Madrid
Palácio Real
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Uma das familias reais mais famosas do mundo é sem dúvida a família real espanhola, que nos últimos tempos ainda têm sido mais falada devido aos escandolos em que se têm visto envolvida tanto do Rei Juan Carlos, como do marido da sua filha Infanta Cristina, e mais recentemente, à conta da sucessão de trono do Rei Juan Carlos, para Filipe VI da Espanha. O Palácio Real é como o nome indica a residencia oficial desta familia real, embora de momento os reis optarem por não viver neste Palácio, e usarem-no somente para eventos oficiais. Este Palácio que é o maior de toda a Europa Ocidental, têm algumas salas de visita gratuita, e muitas outras onde se pode ficar a conhecer quase como museu algum do património real espanhol. Destaco especialmente a Praça do Oriente em frente a este, lindíssima e muito bem cuidada, podemos encontrar nesta várias lojas de merchandising de produtos da família real espanhola. Vizinho deste Palácio está a Catedral de Almudena que é a sede episcopal da diocese de Madrid onde tradicionalmente acontecem as cerimónias religiosas da família real, como por exemplo o casamento dos actuais reis de Espanha, Filipe e Leticia.
Palácios en Madrid
Palácio de Cristal
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Este Verão tive a grande oportunidade de visitar Madrid, pois nunca tinha sido um destino que eu tivesse eleito! Nunca me tinha chamado excessivamente a atenção. Mas reconheço, que me deixou totalmente encantada. Só ia ficar durante dois dias em Madrid, mas graças ao Retiro, mudei de opinião. Adorei!
Palácios en Madrid
Palácio de Cibeles
(1)
Em minha opinião é o edifício mais bonito de Madri e até Julio de 2011 a entrada no Palácio de Cibeles era grátis. Vale a pena passar por todos os andares e cantinhos, se trata de edifício um magnífico. Por dentro em casa andar há muitas surpresas. Começando pelo andar 0, onde tem um espaço para descanso ou leitura, seguido de mesas táctil para jogar e aprender com a informação e fotografias do “antes” e “depois” da reabilitação do Palácio. Mais adiante se conservam os postos antigos de correios, exatamente como era antigamente, o que deixa o lugar com o glamour de tempos antigos. Se puder subir os outros andares (são 8 construídos para cima e 2 subterrâneos) por uma escada fabulosa decorada com cerâmicas espetaculares ou também por elevador. Cada andar, um descobrimento, o solo de cristal, os tetos trabalhados, os cristais pintados e a enorme cúpula exterior de cristal. A restauração se realizará em duas fases e a primeira já está pronta. Na segunda serão construídos expositores, shows, apresentações e eventos especiais, que fazem acreditar que o edifício terá muitíssima vida. Para subir ao terraço e aproveitar de vistas únicas de Madrid, tem que pegar um ticket na entrada, o que não é fácil pelas filas... eu não consegui, os tickets são limitados e às 17h30 já tinham acabado, mas fiquei com muita inveja das pessoas que estavam lá encima. É uma visita que não você não pode perder, recomendo. Fiquei alucinada com a beleza do Palácio de Cibeles!
Palácios en San Lorenzo de El Escorial
El Escorial
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Um dos principais pontos turísticos do Escorial.
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Palácios en Aranjuez
Palácio Real de Aranjuez
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Este palácio servia como residência de Primavera e de Outono para os monarcas espanhóis desde os tempos de D. Felipe II. Esta obra foi iniciada por Juan de Herrera em 1561. Com o passar do tempo e de diferentes reinados, foi sofrendo reformas e ampliações. Hoje em dia é um bonito palácio situado à margem do Tejo com jardins espectaculares, quer pela sua beleza, quer pela extensão.
1 actividad
Palácios en Madrid
Palacio de Linares
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A procurar os fantasmas da Casa de América. O palácio de Linares, a sede do Museu Casa de América, é um dos edifícios mais emblemáticos de Madrid e um dos que têm uma história mais interessante. A visita guiada permite conhecer a zona nobre do edifício, recorrendo as suas luxuosas salas ao mesmo tempo que repassas a sua história.
Palácios en Madrid
Palacio Real de El Pardo
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Hoje vamos nos deslocar para fora de Madri, apesar do El Pardo ser um bairro da capital. Saio pela estrada sentido La Coruña, e na altura de Puerta de Hierro vamos para a saída m-30 e daí para o Pardo. Viajamos uns seis kilômetros pela M-605, estrada em que o passeio acontece entre árvores centenárias e que não seria estranho se víssemos por aí algum alce, veado ou javali. É impressionante ver e sentir toda esta natureza (mais de 15.000 hectares) a tão somente oito kilômetros da Puerta del Sol, porém Madri, de vez em quando nos dá estas surpresas. Chegamos a esta cidadezinha que está entre edifícios militares e através das grades dos portões da entrada principal se pode advinhar o deslumbrante palácio que vou visitar. Estaciono sem problemas(durante a semana) e considerando que o dia está agradável, dou uma volta pela cidade que não mudou quase nada desde que a conheci. Por fim chego à entrada que dá acesso ao palácio e a primeira coisa que encontro é um jardim excepcionalmente bem cuidado. Em geral, o conjunto está em perfeito estado de conservação, como corresponde às instalações que sempre são usadas como residência dos chefes de estado de distintas nações que nos visitam. De fato, só é acessível a visitantes nos dias em que está livre da presença dos ilutres hóspedes. Por uma grande porta lateral e depois de pagar, entro ao recinto. Falemos um pouco de história: foi Carlos I quem mandou construí-lo sobre a base de um antigo castelo construído durante o reinado de Enrique IV na metade do século XV, que por sua vez o construiu sobre um local de caça levantado por Enrique III, conservando a estrutura e a parte do poço do castelo anterior. As obras terminaram no reinado de Felipe II, mas no século XVII um pavoroso incêndio o arrasou e Felipe III ordenou sua reconstrução. Com a chegada dos Borbones é Carlos III quem inicia uma reconstrução total dando ao edifício a aparência que conhecemos hoje. As obras foram encomendadas a Francesco Sabatini, que foi arquiteto do Palácio Real de Madri. No entanto, apenas umas das alas do edifício segue conservando a estrutura da edificação dos Austrias, incluindo um de dois pátios. Neste palácio morreu Alfonso XII em 1885 e já no século XX, a partir de 1939 se converteu na residência do chefe de estado, o general Francisco Franco, até sua morte em 1975. Depois, como já havíamos dito, tem servido como residência aos chefes de estado que nos visitam. Seu interior está ricamente decorado com pinturas, bandôs e mobílias que fazem do palácio um pequeno museu. Também pode-se visitar as instalações onde Francisco Franco vivia: a sala do conselho de ministros, seu despacho, a sala de espera, seu quarto e até seu banheiro. Vamo-nos por onde viemos e giramos para a direita pela avenida. Mais ou menos a quinhentos metros deparamo-nos com a Casinha do Príncipe (vale a pena pagar para entrar no palácio). Sua construção foi ordenada em 1784 por Carlos III como casa de recreio para o seu filho, o então príncipe Carlos IV. O arquiteto foi Juan de Villanueva. De pequenas dimensões, o edifício em si, não chama poderosamente a atenção, mas sedestaca pela perfeita restauração a que se submeteu depois de 18 anos de abandono, depois da morte de Franco. No seu interior, a mobília é escassa, as paredes bem estruturadas e pintadas com técnicas perfeitas, nos dão a idéia do árduo trabalho de restauração a que o palacete foi submetido. Em frente a casinha, na sua parte de trás, podemos admirar parte do jardim original. Uma bela escada com fonte se destaca e uma série de “acebos” que merecem nosso respeito por seu tamanho. Também merece todo respeito o resto do conjunto, perfeitamente cuidado. Quando saio, procuro um lugar para comer. Não é fácil, porque a variedade de oferta hosteleira é grande. El Gamo é o melhor: sopa castelhana e coelho ao ponto. Muito bom!
Palácios en Madrid
Mansion of Longoria
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Localizado na rua Fernando VI, no número 6, fazendo esquina com a Calle Pelayo. É o exemplo mais importante do modernismo madrilenho, construído pelo arquiteto José Grases Riviera a princípio do século passado para o financiador D. Javier González Longoria. Desde 1950 é sede permanente da Sociedade General de Autores da Espanha (SGAE). Esplendidamente conservado, no seu interior destaca-se a cúpula de cristal da Casa Maumegean e a escada principal. Toda a decoração, tanto o interior como o exterior dão sinais do mais puro estilo modernista do princípio do século XX. Muito perto do palácio, saindo pela porta principal, do lado esquerdo, chego à praça de Santa Bárbara. No número 8 está a cervejaria Santa Bábara, que está ativa desde 1815, ano em que Napoleão Bonaparte combateu na batalha de Waterloo. Dizem que para que uma cerveja seja de qualidade é necessário muito esforço. Pois bem, aqui a cerveja é muito boa e passam o dia servindo cerveja, somente cerveja. Com um dos seus bons aperitivos você poderá ter um momento agradável.
Palácios en Madrid
Palace of the Duke of Uceda
(1)
Situado entre a união da Calle Mayor com a de Bailén, em frente à Catedral de Almudena, é um dos exemplos mais representativos da arquitetura do século XVII em Madri. De estilo barroco, seu primeiro proprietário foi D.Cristóbal Gómez de Sandoval y Rojas, duque de Denia, autorizado por Felipe III e filho de D. Francisco Gómez de Sandoval Y Rojas, primeiro duque de Lerma, o famoso duque de Lerma; que também era apoiado pelo rei. Foi desenhado por Francisco de Mora e as obras foram dirigidas por Juan Gómez de Mora. Os senhores da política desapossaram seu proprietário, e entre outras coisas, o tão apreciado edifício passou a ser propriedade da Casa Real, fato que levou a rainha Mariana de Austria, mãe de Carlos II, viver nele até o dia de sua morte, em 1696. Atualmente não é possível visitá-lo, já nesse edifício estão as sedes do Conselho de Estado e da Capitania Geral.
Palácios en Madrid
House of the seven fireplaces
(2)
No número 1 da Plaza del Rei, na parte de trás da Gran Via, podemos admirar uma das edificações mais curiosas de Madri: a Casa das Sete Chaminés. Construída na segunda metade do século XVI, sofreu diversas modificações ao longo do século a medida que seus distintos proprietários foram ocupando a Casa. No século XVIII, foi o Marquês de Esquilache, Ministro da Fazenda de Carlos III que a ocupou. Durante o famoso motím provocado pela proibição de usar capas longas e chapéus de aba grande, a casa foi assaltada pelos revoltados. Durante a ditadura de Miguel Primo de Riviera a casa foi sede do Lyceum Club Feminino, uma associação feminista destinada a defender os direitos da mulher. Nos anos oitenta do século passado, nela se instalou o Banco Urquijo e a partir de 1989 passa a ser sede do Ministério da Cultura e Ministério de Educação e Cultura. Existem muitas lendas de fantasmas e aparições pouco dignas de crédito nessa casa, e que só fazem a mesma ficar mais atrativa. Se você sai na Gran Via, você encontrará não muito longe um bar diferente, chamado Chicote e que hoje se converteu em um museu. Foi fundado por Dom Pedro Chicote (Perico Chicote para os amigos) em 1931 e chegou a contar com uma coleção de umas 18.000 garrafas. Por ele passaram intelectuais, artistas, politicos e todo tipo de gente do mundo todo. Famoso por seus coctéis, é um lugar que você não pode deixar de conhecer.
Palácios en Madrid
(5)
Palácios en San Lorenzo de El Escorial
Pinturas e frescos em El Escorial
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Olá a todos! Gostava de vos fazer uma pergunta. Na sala onde há um fresco gigante (não me lembro do seu nome) que representa grandes batalhas do exército espanhol. Porque há tantos cavalos? A minha dúvida deve-se porque creio ter entendido que a maioria do exército era a infantaria espanhola, e que ter um cavalo era algo muito caro, já que eram muito ESCASSOS e, para além disso, a sua manutenção ficava muito cara. Obrigado pela vossa resposta.
Palácios en Madrid
Palácio de Congressos de Madrid
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Assisti aqui ao Congresso de Webmaster, e apesar do edifício já ter uns quantos anos, os acessos e as suas instalações são muito boas. Senti falta das tomadas de alimentação eléctrica em cada poltrona do auditório para permitir a ligação dos portáteis.
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Palácios en Madrid
Palácios en Alcalá de Henares
(15)
Palácios en Madrid
(2)
Palácios en Alcalá de Henares
(9)
Palácios en Madrid
Abrantes Palace
(1)
Cruzo a Calle Mayor e logo em frente, no número 86, vejo o Palácio de Abrantes. D.Juan de Valencia, “Primeiro Espião do Conselho Secreto de Sua Majestade” ordenou sua construção em meados de século XVII, sob a gerência do arquiteto Juan Maza. Durante séculos foi mudando de mãos, normalmente entre a nobreza local, até que em 1842 foi adquirido pelos duques de Abrantes, que encarrregaram a reforma do casarão a Aníbal Álvarez Bouquel. Os duques venderam a propriedade para Manuel María de Santa Ana, que instalou a sede da redação do jornal La Correspodencia de Espanha. Em 1888 foi vendido ao Governo Italiano, que instalou aí sua embaixada e submeteu o edifício à uma importante reforma, decorando a parte interior do telhado com uma série de pinturas chamativas. Durante a Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939 foi utilizado como quartel pelos integrantes italianos das “Brigadas Internacionales”. A disputa se finaliza e a embaixada se instala em sua atual localização, na Calle de Juan Bravo e o palácio fica para o Instituto Italiano de Cultura, até os dias de hoje. Conserva pouca coisa que realmente pareça interessante: talvez seu pátio com luzes ou escadas na parte direita da entrada onde as aulas são ministradas. No entanto, em uma das ruas que rodeiam o edifício, a Calle del Factor, na noite do dia 31 de março de 1578, segunda-feira de páscoa, Juan de Escobedo, secretário de D. Juan de Austria e meio-irmão de Felipe II foi assassinado, e nessa ocasião era Felipe II era o governador dos Países Baixos por ordem de D. Antonio Pérez , secretário do rei. Conta-se que além de Escobedo ter descoberto negócios confidenciais, descobriu também o caso de D.Antonio com a princesa de Éboli, Ana de Mendoza de la Cerda, viúva de Ruy Goméz de Silva, secretário do Conselho da Fazenda. Também se conta que o rei tinha total conhecimento de todo este assunto. Outro acontecimento ocorreu no número 88 da Calle Mayor: em 31 de março de 1906, dia do casamento entre o rei Alfonso XIII e Victoria Eugenia, em uma pensão situada no terceiro andar, Mateo Morral lança um ramalhete de flores com uma bomba dentro do estabelecimento, durante a passagem da comitiva. O ramalhete cai contra os fios elétricos do bonde: os reis se salvam, porém, morrem trinta pessoas que presenciavam o ato. Seja como for, é hora de partir. Apenas dobro a esquina e me dirijo à Plaza Mayor e na minha esquerda reparo em um velho restaurante ou casa de comidas, é a Casa Ciriaco (Mayor 84) um clássico dos clássicos em Madri: Boa comida e bom preço, além disso, você aproveita a magia do lugar.
Atividades em Madrid
Civitatis
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